quarta-feira, 25 de maio de 2016

Evento: Uma São Paulo para crianças - até 28/05

    


 Iniciado na última segunda-feira (16/5), o evento "Uma São Paulo para as Crianças" continuará com sua programação até o dia 28 de maio. No período, pais e filhos terão à disposição uma série de eventos divertidos e instrutivos no Conjunto Nacional.

Entre as atividades estão sessões especiais de filmes no cinema, eventos gastronômicos e degustação de alimentos naturais, apresentações artísticas, práticas esportivas e mostras de fotografias, além de diversas outras atividades.

Todos os eventos são inspirados no objetivo de fazer uma São Paulo mais estimulante, acolhedora, educadora e segura para que crianças e adolescentes cresçam de forma mais saudável e realizem melhor seus potenciais.

A programação é coordenada pelo conjunto de organizações  que trabalham com o tema da infância e adolescência na cidade de São Paulo.

Para crianças e pelas crianças

A molecada que for ao Conjunto Nacional nos dias 20, 23 e 25, durante a programação, poderá fazer parte de uma iniciativa importante: a elaboração lúdica do manifesto Uma São Paulo para as Crianças, que será entregue aos candidatos à Prefeitura paulistana.

A ideia é ouvir as crianças e adolescentes, colher suas ideias e sugestões para melhorar a vida na cidade. E a galera tem muito a dizer, tem recados a dar aos políticos. No ano passado, uma pesquisa com 805 meninos e meninas de 10 a 17 anos em todas as regiões de São Paulo revelou que eles têm opiniões fortes e perturbadoras:

•    quase metade dos entrevistados gostaria de ir embora de São Paulo

•    56% sentem medo da violência na cidade

•    20% temem a própria polícia

•    74% manifestam insatisfação com a preservação de rios, lagos e represas

A pesquisa Indicadores de Referência de Bem-Estar do Município (Irbem) – Criança e Adolescente foi realizada pela Rede Nossa São Paulo/Ibope, em parceria com o Instituto Alana e o Instituto C&A. Seus resultados reforçaram a ideia de que a galera quer e precisa participar dos destinos da cidade, e foram um grande estímulo à mobilização para os eventos no Conjunto Nacional.

Serviço:
Uma São Paulo para as crianças
Quando: de 16 a 28 de maio de 2016
Onde: Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2073 - Consolação, São Paulo


  Veja a programação e participe.

  Acesse:
  http://www.nossasaopaulo.org.br/noticias/evento-uma-sao-paulo-para-criancas-programacao-para-pais-e-filhos-vai-ate-o-dia-28-de-maio

Einladung JUNIFEST 2016 / Convite FESTA JUNINA 2016


quarta-feira, 18 de maio de 2016

Encontro com os pré-candidatos à Prefeitura Municipal de São Paulo- apresentação do GPS, Programa Cidades do Esporte e assinatura das Cartas -Compromissos - 23/0

Prezad@s,
A Rede Nossa São Paulo, o Programa Cidades Sustentáveis e a Atletas pelo Brasil têm a satisfação de convidá-l@ para um encontro com os principais pré-candidatos à Prefeitura Municipal de São Paulo em 2016.
O evento contará com a apresentação da nova Plataforma do Programa Cidades Sustentáveis, que inclui o novo Guia GPS - Gestão Pública Sustentável, apresentação do Programa Cidades do Esporte e das carta compromisso de ambos os programas,  para sua apreciação e adesão.
A nova plataforma do Programa Cidades Sustentáveis incorpora os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que reúnem 17 macro objetivos e 169 metas com o propósito de acabar com a pobreza até 2030 e promover universalmente a prosperidade econômica, o desenvolvimento social e a proteção ambiental. Fonte de informação para planejamento, gestão e tomada de decisões na administração pública, o Guia GPS visa contribuir para a capacitação de gestores públicos municipais e organizações da sociedade civil em diversas cidades brasileiras, para implementarem indicadores e planos de metas que contemplem o desenvolvimento sustentável. Desde 2011, o PCS  já conta com a adesão de quase 300 prefeituras brasileiras - destas, 22 são capitais mais o DF. O conteúdo do Guia GPS, uma Plataforma Digital de Indicadores e um Banco de Boas Práticas estão à disposição de todas as candidaturas às prefeituras municipais que quiserem incorporar o Programa Cidades Sustentáveis e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáve -ONU em suas futuras gestões.
O Programa Cidades do Esporte acredita na importância da atuação dos governos municipais para o desenvolvimento e fortalecimento de políticas públicas de esporte, viabilizando a democratização do acesso ao esporte e contribuindo para a qualidade de vida da população.
O programa, que atua nas 11 cidades-sede da Copa e Distrito Federal, comprometeu os candidatos a prefeito em 2012 com metas para o esporte.  Desde então, vem monitorando anualmente, por meio da aplicação de uma matriz de indicadores, o avanço das políticas públicas destinadas a promover a atividade física e esportiva para a população. A melhoria das políticas públicas esportivas tem reflexo em diversas áreas, como saúde, educação, mobilidade, etc. Desta forma, os indicadores têm como pressuposto a transversalidade do tema, abrangendo não só os equipamentos públicos e as atividades desenvolvidas no âmbito da Secretaria de Esporte, mas também as atividades físicas e esportivas nas escolas, no deslocamento diário, nas áreas públicas do município, dentre outras.
Tanto o Programa Cidades Sustentáveis quanto o Programa Cidades do Esporte apresentam a importância dos indicadores e o estabelecimento de metas para administração municipal, assim como para a transparência e o controle social das políticas públicas.
Nas eleições deste ano, queremos propor aos candidatos que assinem as cartas compromisso de ambos os programas, se comprometendo com as metas estipuladas, com fornecimento dos indicadores apontados por cada iniciativa, e também com atualização e divulgação tais informações no final de cada ano da gestão.
Todos os pré-candidatos terão tempo para suas exposições e considerações.
Contamos com sua presença!
Inscreva-se  aqui!

Serviço:

Encontro com os pré-candidatos à Prefeitura Municipal de São Paulo- apresentação do Programa Cidades do Esporte, GPS  e assinatura das Cartas -Compromissos
Data: dia 23 e maio, segunda- feira
Horário: 9h30 às 12h30
Local: CINESALA - Rua Fradique Coutinho, 361 - Pinheiros

Agradecemos a atenção,

Rede Nossa São Paulo
Programa Cidades Sustentáveis e
Atletas pelo Brasil

O Ministério Público de SP quer o Parque Augusta aberto à população imediatamente.


 

 

Nesta quinta, dia 19, a Justiça fará uma audiência entre as construtoras, a Prefeitura e o MP. Vamos entregar a maior petição da história do movimento Parque Augusta à justiça!

 ASSINE!


O Ministério Público de São Paulo (MP) entrou de vez na luta pelo Parque Augusta ao exigir a entrega do terreno para a Prefeitura e o pagamento de uma multa de R$ 500 mil por cada dia em que os portões do terreno ficaram fechados irregularmente, o que pode chegar a R$400 milhões de multa no total. Segundo a Ação Civil Pública protocolada pelos promotores, as construtoras Setin e Cyrela desrespeitam o Registro de Matrícula do Imóvel, que exige a preservação de áreas verdes do local e o patrimônio histórico tombado.

O projeto do parque é uma luta de mais de três gerações de paulistanos que agora tem uma oportunidade histórica de conseguir transformar o terreno de mais de 23 mil m² num local de lazer e convivência para as pessoas. Nesta quinta, dia 19/05, está marcada uma Audiência de Conciliação entre o MP, as construtoras e a Prefeitura para resolver essa questão. Assine a petição que será entregue à juíza do processo antes do encontro mostrando o apoio da sociedade pela abertura do parque.

 

ASSINE!

 

 

Faltam só 2 dias, já avançamos muito no debate e temos uma chance imperdível de demonstrar à justiça que, acima do interesse de apenas duas construtoras, está o interesse de milhares de paulistanos. Já ocupamos o terreno e sofremos a reintegração e não vamos aceitar que o terreno do Parque Augusta se torne um empreendimento privado. A justiça e o poder público só irão apoiar a ideia de criação do parque se nós mostrarmos que esse é o único desfecho aceitável!

Por um Parque Augusta 100% verde e público,

Gui e toda equipe Minha Sampa
 

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Parque Alto da Boa Vista






Boas novas!
Ontem, dia 11, diretores da SABABV juntamente com representante da Escola Chapel  participaram  de reunião solicitada pela associação com o Secretario da SVMA - Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, Sr. Rodrigo Ravena, para tratar da implantação do Parque Alto da Boa Vista.
Considerando que os contratos de manutenção e vigilância do parque já foram feitos, foi acordado na reunião que em parceria com a Escola Chapel e a SABABV será feita a compra do módulo onde ficará a administração e, feito isto, o Parque será aberto.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Para conhecimento e divulgação - Trabalho Voluntário





Prezad@s,

envio a vocês o edital do processo seletivo de assistentes voluntários de atendimento para o Centro de Referência para Refugiados.

Aproximando-se o término do primeiro ciclo de trabalho voluntário do ano, estamos buscando pessoas interessadas no trabalho junto às áreas de proteção, assistência, integração, saúde mental e relações externas.

Os interessados devem enviar CV e carta de motivação até o dia 29/05/2016.

Maiores informações pelos telefones e email´s abaixo!


Larissa Leite
Coordenadora de Proteção
Centro de Referência para Refugiados
Tel. +55 11 4306 4396
Rua Major Diogo, 834, Bela Vista. São Paulo - SP
larissa.casp@gmail.com / casp.refugiados@uol.com.br

Amlurb garante que meta de 140 ecopontos será cumprida


A assessora de gabinete da Amlurb (Autoridade 
Municipal de Limpeza Urbana) Júlia Moreno
Lara garantiu que São Paulo terá 140 ecopontos
em 2016, cumprindo assim o Plano de Metas
estabelecido pela prefeitura. A necessidade de mais locais para a população entregar o lixo para evitar o descarte ilegal de resíduos no município foi discutido nesta terça-feira (3/5) pela Comissão do Meio Ambiente da Câmara.
Os ecopontos são locais de entrega de pequenos volumes de resíduos, como entulho da construção civil e objetos volumosos. O cidadão pode depositar até um metro cúbico por dia gratuitamente, o que equivale a uma caixa-d’água de mil litros. “São 90 ecopontos em operação e a meta é chegar a 140 neste ano, porque as unidades estão em obras”, argumentou Júlia.

Para o vereador Jonas Camisa Nova (DEM), seriam necessários mais ecopontos em São Paulo. “A meta estabelecida pela prefeitura é possível, se houver vontade. Acho fundamental a construção de mais ecopontos e o ideal seria pensar no número de habitantes por região para se decidir onde devem ser construídas as unidades”, disse.

A capital paulista, de acordo com pesquisa do Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana do Estado de São Paulo, tem 3.764 pontos de descarte irregular de lixo. “É uma montanha de lixo que se acumula em todas as regiões e contribuem para os alagamentos e proliferação de animais nocivos”, disse Jonas Camisa Nova.

O parlamentar ainda defendeu a necessidade de explicar para a população como funcionam e onde estão os ecopontos. “Alguns munícipes descartam os resíduos em locais inapropriados justamente pelo desconhecimento da localização dos pontos onde esses lixos poderiam ser jogados corretamente”, explicou Jonas Camisa Nova, autor do Projeto de Lei (PL) 126/2016, em tramitação na Câmara Municipal, para que sejam colocadas placas indicativas de localização dos ecopontos em áreas onde resíduos são descartados irregularmente.













Colisao 10/05/16 - cruzamento das Rua Com. Elias Zarzur com 9 de julho




Caros

Temos passado alguns anos (tipo 12) conversando sobre as rotatorias no Alto da Boa Vista, enquanto isso..Gracas ao aumento da velocidade dentro do bairro 3 carros , 3 feridos e por milagre 0 fatais
    SABABV - Assoc. Amigos do Bairro do Alto da Boa Vista

Festival Brasileiro de Filmes sobre Mobilidade Urbana e Segurança Viária

Agende-se e participe.
Inscrições dos filmes até 30 de junho.
Mais informações no link:http://www.mobifilm.com.br/

Apoio: Rede Nossa São Paulo.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

ATA da reunião (SAJAPE/CIRANDA/SABABV)

Segunda-feira, 2 de maio de 2016

Assunto: replantio/arborização
Local: Sede – Av. Adolfo Pinheiro, 2.464 – sala 33.
Participantes: Cristina Antunes (Ciranda/Sajape); Cecília Oliveira (SABABV/Ciranda) e Magna Carvalho (Sajape/Ciranda) ; Maria José (Sajape);  Silvia Brigitte Schumacher (Campo Belo); Sylvio  L. Pinto (Sajape) e Renata D´Angelo (moradora/Chácara Santo Antonio)
Convidada: Gleice Maria Vasconcelos (CADES)

A reunião teve início às 18h

SILVIA BRIGITTE SCHUMACHER (Campo Belo) destacou a dificuldade em dar continuidade às ações de recadastramento e replantio de árvores, na região do Campo Belo. Disse que os trabalhos realizados pela Subprefeitura são frequentemente interrompidos e que seria mais eficiente se cada bairro tivesse uma equipe própria para realização de poda, plantio e remoção das árvores.

CECÍLIA OLIVEIRA (SABABV/Ciranda) e MAGNA CARVALHO (Sajape/Ciranda)  falaram das dificuldades em estabelecer parcerias com o poder público; citaram o mapeamento das árvores, que não foi utilizado, e os projetos recusados pela Subprefeitura, Secretaria do Verde e UMAPAZ.

CRISTINA ANTUNES (Sajape/Ciranda): citou o despreparo dos funcionários da Eletropaulo e da Prefeitura na realização das podas. Disse que as compensações ambientais são modestas; não há investimento por parte do poder público. Sobre o plantio de árvores, destacou que a subprefeitura de Santo Amaro tem alegado não haver espaços disponíveis, porém quando o trabalho é realizado, não há manutenção adequada.

Outros problemas apontados pelo grupo:

- ausência de mapeamento das árvores;
- remoção e reposição inadequadas;
- falta de manutenção;
- falta de fiscalização;
- Dificuldades para obtenção de mudas;
- Falta de fiscalização e controle durante a realização de podas e cortes
- Demora no atendimento à comunidade
- impermeabilização de calçadas e bases das árvores
- Dificuldade de acesso às informações
- Falta de transparência/divulgação das autorizações que envolvem remoção e plantio
- Falta de participação da comunidade
- Plantio excessivo de palmeiras

Sobre essas questões, a representante do CADES explicou que a reposição ambiental tem sido realizada de maneira incorreta; sem o acompanhamento técnico adequado e que as mudas plantadas, quando sobrevivem, levam mais 20 anos para chegar à fase adulta, o que torna a compensação ambiental ineficiente. Ela citou também a representação que foi encaminhada ao Ministério Publico para apuração de irregularidades durante a realização de podas e a destinação das madeiras coletadas. Sugeriu ainda que questões semelhantes sejam encaminhadas diretamente para o MP e/ou Câmara Municipal. 

Quanto à dificuldade em estabelecer parcerias com a comunidade, Gleice  explicou que a administração municipal mantem contratos com empresas e que são estabelecidas metas para podas. Segundo ela, não é interesse do poder público estimular a participação da comunidade porque tal ação reduziria a atuação dessas empresas: - A cidade está à mercê dos contratos e não o contrário.

Gleice Vasconcelos sugeriu a formação de uma equipe de trabalho para debater os temas com os candidatos que disputarão as eleições deste ano (vereadores/prefeitos)

Questionada sobre a possibilidade do CADES promover, em Santo Amaro, uma ação semelhante a que foi realizada em Pinheiros (para arborização da região), ela disse que iria contatar um representante regional do Conselho e verificar a possibilidade de parceria com a Subprefeitura e o grupo ‘Novas Arvores por aí”.

Propostas:
- Agendar reunião com a Vice-prefeita, Nádia Campeão, Gilberto Natalini (PV), Toninho Vespoli (PSOL) e/ou com o Secretário do Verde; para debater o PIMA - Programa Institucional de Meio Ambiente e o plano de manejo.

- Solicitar a programação de podas à Subprefeitura (com Cabral); 

- propostas de parcerias em ações que envolvam arborização/educação ambiental (exemplo: grupo Novas árvores por ai/Subprefeitura/Cades -  Gleice Vasconcelos ficou verificar a possibilidade do CADES promover uma ação em Santo Amaro)

- estimular a participação da população (manutenção/preservação) 

- Verificar a situação do Viveiro de Santo Amaro (?) e a possibilidade de instalação de viveiros em parques da região para atender a comunidade local (Ex. Severo Gomes; Cordeiro, etc);

- debater padronização das calçadas (mais permeáveis)
Segunda-feira, 2 de maio de 2016
Assunto: replantio/arborização
Local: Sede – Av. Adolfo Pinheiro, 2.464 – sala 33.
Participantes: Cristina Antunes (Ciranda/Sajape); Cecília Oliveira (SABABV/Ciranda) e Magna Carvalho (Sajape/Ciranda) ; Maria José (Sajape);  Silvia Brigitte Schumacher (Campo Belo); Sylvio  L. Pinto (Sajape) e Renata D´Angelo (moradora/Chácara Santo Antonio)
Convidada: Gleice Maria Vasconcelos (CADES)

A reunião teve início às 18h

SILVIA BRIGITTE SCHUMACHER (Campo Belo) destacou a dificuldade em dar continuidade às ações de recadastramento e replantio de árvores, na região do Campo Belo. Disse que os trabalhos realizados pela Subprefeitura são frequentemente interrompidos e que seria mais eficiente se cada bairro tivesse uma equipe própria para realização de poda, plantio e remoção das árvores.

CECÍLIA OLIVEIRA (SABABV/Ciranda) e MAGNA CARVALHO (Sajape/Ciranda)  falaram das dificuldades em estabelecer parcerias com o poder público; citaram o mapeamento das árvores, que não foi utilizado, e os projetos recusados pela Subprefeitura, Secretaria do Verde e UMAPAZ.

CRISTINA ANTUNES (Sajape/Ciranda): citou o despreparo dos funcionários da Eletropaulo e da Prefeitura na realização das podas. Disse que as compensações ambientais são modestas; não há investimento por parte do poder público. Sobre o plantio de árvores, destacou que a subprefeitura de Santo Amaro tem alegado não haver espaços disponíveis, porém quando o trabalho é realizado, não há manutenção adequada.

Outros problemas apontados pelo grupo:

- ausência de mapeamento das árvores;
- remoção e reposição inadequadas;
- falta de manutenção;
- falta de fiscalização;
- Dificuldades para obtenção de mudas;
- Falta de fiscalização e controle durante a realização de podas e cortes
- Demora no atendimento à comunidade
- impermeabilização de calçadas e bases das árvores
- Dificuldade de acesso às informações
- Falta de transparência/divulgação das autorizações que envolvem remoção e plantio
- Falta de participação da comunidade
- Plantio excessivo de palmeiras

Sobre essas questões, a representante do CADES explicou que a reposição ambiental tem sido realizada de maneira incorreta; sem o acompanhamento técnico adequado e que as mudas plantadas, quando sobrevivem, levam mais 20 anos para chegar à fase adulta, o que torna a compensação ambiental ineficiente. Ela citou também a representação que foi encaminhada ao Ministério Publico para apuração de irregularidades durante a realização de podas e a destinação das madeiras coletadas. Sugeriu ainda que questões semelhantes sejam encaminhadas diretamente para o MP e/ou Câmara Municipal. 

Quanto à dificuldade em estabelecer parcerias com a comunidade, Gleice  explicou que a administração municipal mantem contratos com empresas e que são estabelecidas metas para podas. Segundo ela, não é interesse do poder público estimular a participação da comunidade porque tal ação reduziria a atuação dessas empresas: - A cidade está à mercê dos contratos e não o contrário.

Gleice Vasconcelos sugeriu a formação de uma equipe de trabalho para debater os temas com os candidatos que disputarão as eleições deste ano (vereadores/prefeitos)

Questionada sobre a possibilidade do CADES promover, em Santo Amaro, uma ação semelhante a que foi realizada em Pinheiros (para arborização da região), ela disse que iria contatar um representante regional do Conselho e verificar a possibilidade de parceria com a Subprefeitura e o grupo ‘Novas Arvores por aí”.

Propostas:
- Agendar reunião com a Vice-prefeita, Nádia Campeão, Gilberto Natalini (PV), Toninho Vespoli (PSOL) e/ou com o Secretário do Verde; para debater o PIMA - Programa Institucional de Meio Ambiente e o plano de manejo.

- Solicitar a programação de podas à Subprefeitura (com Cabral); 

- propostas de parcerias em ações que envolvam arborização/educação ambiental (exemplo: grupo Novas árvores por ai/Subprefeitura/Cades -  Gleice Vasconcelos ficou verificar a possibilidade do CADES promover uma ação em Santo Amaro)

- estimular a participação da população (manutenção/preservação) 

- Verificar a situação do Viveiro de Santo Amaro (?) e a possibilidade de instalação de viveiros em parques da região para atender a comunidade local (Ex. Severo Gomes; Cordeiro, etc);

- debater padronização das calçadas (mais permeáveis)