quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Oficina: "Compostagem e Minhocário"


Audências devolutivas do PL272 - Lei de Zoneamento foram suspensas

O vereador Gilson Barreto – Presidente da Comissão  de  Política Urbana,  SUSPENDEU  as  audiências devolutivas do PL 272/15 – Zoneamento , que aconteceriam ao longo do mes de novembro justificando que como não recebeu nenhum relatório, mesmo que parcial, não tem dados para apresentar aos interessados.
E agora? A aprovação da Lei vai ficar para 2016 ou para o último minuto de 2015?

Reunião na Câmara dia 03/11 sobre Compensação Ambiental - Associações estarão presentes


 A SAJAPE, SABABV e CIRANDA estarão presentes. Compareçam. Façam sua parte.

De: Comissão Extraordinária Permanente do Meio Ambiente
Data: 27/10/2015 12:48:14
Assunto: Convite - Reunião dia 03/11/2015.
Para: Comissão Extraordinária Permanente do Meio Ambiente

Prezado(a)



O Vereador Ricardo Young, presidente desta Comissão, convida para reunião a ser realizada no próximo dia 03/11, terça-feira, às 11h00, no Auditório Prestes Maia, 1º andar, que discutirá “Compensação Ambiental e Decreto 55.994/15, que trata dos jardins verticais e telhados verdes”, para a qual foram convidados a Câmara Técnica de Compensação Ambiental da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente e especialistas no tema.

No aguardo de sua presença,

Att.



Comissão Extraordinária Permanente do Meio Ambiente

Eduardo Vasconcellos – secretário

Tel. (11) 3396-3957

UMAPAZ PROGRAMAÇÃO : 06 A 09 DE NOVEMBRO


Atividades da Escola Municipal de Jardinagem


quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Haddad demite 2 subprefeitos do PMDB e partido marca reunião para deixar governo


Mais uma vez, uma prática deplorável, porém recorrente na atividade partidária, coloca interesses políticos acima dos interesses dos cidadãos: a troca de subprefeitos, por motivações sempre obscuras, compromete o já combalido poder local, quebrando a eficácia do pouco que se pode fazer nas nossas subprefeituras, que, além da falta de recursos, está à mercê dos caprichos do prefeito e dos desmandos de seu partido, qualquer que seja ele. 
As associações de moradores lamentam, indignadas, a repetição dessa arbitrariedade, que, além de absolutamente autoritária, resulta em instabilidade administrativa e prejuizos à população.

BRUNO RIBEIRO
21 Outubro 2015 | 10:26

Partido fica rachado após medidas recentes que tiraram dele três cargos-chave do primeiro escalão municipal; encontro será nesta quinta

O prefeito Fernando Haddad (PT) publicou nesta quarta-feira, 21, portarias demitindo os subprefeitos de Santana, Carlos Roberto Candella, e de Santo Amaro, e Valderci Malagosini Machado. A medida despertou a fúria da bancada do PMDB da Câmara Municipal, que marcou uma reunião amanhã para decidir se desembarca de vez do governo. As demissões ocorrem um dia após a demissão do secretário de Segurança Urbana, Ítalo Miranda Júnior, também do partido.
A reunião marca um racha no partido. A dificuldade é que dois dos secretários mais próximos de Haddad, Gabriel Chalita (Educação) e Luciana Temer (Assistência Social) são do PMDB, e sofrerão pressão dos peemedebistas para entregar os cargos.
Para a Prefeitura, as divergências políticas com o partido são questões secundárias e as três demissões dessa semana foram baseadas em técnicas. No caso de Santana, a Controladoria-Geral do Município (CGM) publicou nesta terça-feira, 21, um relatório de 64 páginas apontando diversas irregularidades no órgão.

A bancada do PMDB faz outra leitura. O partido quer lançar candidato próprio na eleição do ano que vem e teria avisado Chalita, no sábado, que a candidata seria Marta Suplicy, definindo a ruptura de acordo que tinha com Haddad para apoiá-lo e lançar Chalita como vice. Ao saber da decisão, Haddad teria partido ao ataque, segundo peemedebistas.
Porém, antes da eleição, há uma questão mais imediata. Para os peemedebistas, Haddad decidiu atacá-los após a votação da retirada das travas do IPTU para imóveis ociosos, aprovada pela Câmara no fim do mês passado. Dos quatro vereadores do partido na Câmara (Nelo Rodolfo, Ricardo Nunes, George Hato e Rubens Calvo), só Calvo votou a favor do texto.
“O que o Haddad fez foi totalmente político. Atacou dois vereadores para garantir o apoio dos outros dois. O Calvo só votou com eles no caso do IPTU porque não aguentou a pressão do (secretário de Relações Governamentais) José Américo”, diz um membro da bancada. Nelo Rodolfo havia indicado o subprefeito de Santana. Ricardo Nunes, o de Santo Amaro.
“Antes, o subprefeito de Santana era o melhor da cidade. Agora, apareceu até relatório contra ele. Tem gente que, na hora da verdade, entra em desespero, age por impulso, como o PT faz na esfera federal. Tem gente que mantem a tranquilidade. Estou tranquilo”, disse Nelo Rodolfo.
O PMDB municipal marcou uma reunião na próxima segunda-feira, 26, às 11 horas, para decidir como o partido se comportará até o fim do ano. No começo desta quarta, a reunião estava previamente marcada para a quinta. Chalita é o presidente do diretório municipal, mas os vereadores têm a maioria dos votos. “Ou o partido não toma nenhuma decisão neste ano, ficando quieto mas agindo de forma independente na Câmara, ou decide sair já”, diz integrante do partido.
“O que as pessoas não entendem é que não adianta só o apoio político. Os casos que levaram a essas demissões eram graves. Com o Haddad, não tem esse tipo de negociação. Ele não admite e ponto. O fator político até conta, mas não é o caso. Se o partido saísse da base mas Santana tivesse uma tremenda administração, ninguém saia. Mas não era o caso”, disse um auxiliar próximo ao prefeito.


RELATO DO DEBATE SOBRE NOVA LEI DE ZONEAMENTO

 Retransmitimos abaixo o relato do debate ocorrido esta semana na Câmara Municpal sobre a nova Lei de Zoneamento:
"Informo que o mandato do vereador Toninho Vespoli (PSOL) promoveu na noite de 19/10 debate sobre o Projeto de Lei (PL) 272/2015 no Auditório Sérgio Vieira de Mello, na Câmara Municipal de São Paulo (CMSP).
Vespoli afirmou que não acredita que o PL será votado neste ano ainda. “Acho que as forças estabelecidas na Comissão de Política Urbana não têm vontade de votar o plano nesse ano. É a minha percepção”.
Raquel Rolnik, Professora Associada da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP), afirmou que os problemas fundamentais da discussão sobre o zoneamento não se referem a este PL, mas sim ao processo histórico desde a primeira vez em que ele foi adotado, em 1972.
Segundo a urbanista, há dois centros sobre os quais se gira em torno em todas as discussões de zoneamento. O primeiro, diz respeito aos limites para verticalização, enquanto o segundo seria como e de que modo se faz a preservação dos bairros de baixa densidade e alta renda.
Assim, todos os parâmetros se relacionariam com o que interessa ao mercado imobiliário, na visão de Rolnik. “A isso se contrapõe uma ideia de preservação restrita a um pedaço limitado da cidade, como se todos os outros tipos de bairro não tivessem uma característica que merecesse estar na regulação”, afirmou, ressaltando ser este o motivo de o debate ser polarizado entre ZER e ZCor.
“É relevante, é importante, mas é apenas uma entre as questões colocadas na cidade, que são tão importantes quanto”, disse a professora da FAU/USP, para quem seria preciso trabalhar em outra escala, com os planos de bairro, rompendo com mais paradigmas do debate atual sobre o zoneamento.
Não obstante, Rolnik criticou a possível desarticulação dos planos de bairros, os quais deveriam ser construídos a partir do plano diretor, que atribuiria quais são as metas para cada região. “Quantas habitações, quantas pessoas e empregos deverão ter ali”, destacou Raquel Rolnik, ressaltando que caberia a cada um dos bairros trabalhar essas metas com uma leitura pormenorizada.
“Vamos colocar aqui, mas não ali, que tem uma topografia complicada. Essas metas previamente definidas seriam territorializadas”. A questão da escala deveria ser considerada, na visão da arquiteta, pois seria possível se planejar olhando para a cidade, mas pensando a partir do bairro.
Raquel Rolnik afirmou que “A Câmara pode e deve recolocar essa questão. Ela não precisa responder a esse prazo”, em referência à exigência de tempo exíguo para a prefeitura apresentar sua revisão dos usos e do zoneamento.
No entanto, a urbanista ressalvou que há alguns avanços apresentados. “Um plano com ideias novas, com bairros mistos com corredores. Uma ideia que precisa se ajustar. [Há] locais em que cabe e outros que cabe muito menos. Como conceito avança, mas merece ajustes”, afirmou.
Por fim, destacou que os miolos de bairro são pouco definidos no plano diretor. “E é nesses espaços em que nós estamos perdendo a oportunidade de definir lote a lote, pra definir o que poderá construir numa outra escala, com participação”, criticando o texto hermético e cifrado da legislação, as quais impedem a participação a despeito das audiências públicas.
Já Lucila Lacreta, Urbanista e Diretora do Movimento Defenda São Paulo, afirmou que o plano diretor é uma distribuição de possibilidades de construir, mas não pressupõe planejamento em escala menor. “Um tapetão sobre a cidade onde quem decide é o investidor, com o poder público a reboque e a população que constrói onde dá”, afirmou.
“Onde tem interesse, se constrói, e o poder público corre sem ter recursos para acompanhar a urbanização”, lamentou Lacreta.
Contrapondo-se parcialmente à visão de Raquel Rolnik, Lucila afirmou que “a única questão que conduz todo esse processo é a verticalização”, já que o debate sobre o bairro residencial se dá por que seus moradores são mais organizados, com maior renda e “profissionais que conseguem ver esse processo e reclamar”.
Não obstante, a administração municipal seria refém do mercado imobiliário. Em vez de aperfeiçoar os planos regionais construídos para o Plano Diretor de 2002, teria havido um retrocesso, a título de simplificação, desvinculando o zoneamento dos bairros.
“A subprefeitura de campo limpo é do tamanho de Londrina, Sorocaba; Itaquera tem 500 mil habitantes. Isso pra falar nessas subprefeituras. Não dá pra governar essa cidade de forma centralizada”, explicou a diretora do Movimento Defenda São Paulo. “Esqueceu-se do tipo de uso do solo, subsolo e de hidrologia que a cidade tem, e aí pode-se construir a mais, que parece ser o único interesse”, criticou.
Lucila ainda conclamou a Câmara a negar a aprovação desse projeto, “pois ele vai nos levar a inviabilidade social, urbanística e ambiental”. Em sua visão, é preciso mudar o paradigma, “planejando seu território dentro de uma escala possível e dentro do orçamento, pois o mercado imobiliário não tem a menor responsabilidade com a cidade”.
Por fim, Euler Sandeville, também Professor Associado da FAU/USP, não há prioridade no processo de planejamento da cidade. “O primeiro nível é a questão ambiental, por conta do que não se pode fazer, da gravidade que isso está tomando. O segundo, são as áreas de maior vulnerabilidade social”, afirmou.
“Em vez de entregar a memória ferroviária para o desmonte da memória da cidade, com as operações urbanas, seria possível pensar em outros modelos, com economia solidária, para gerar renda e ocupação numa escala muito maior que o plano propõe, em vez de propor como área de verticalização”, comentou Sandeville.
Em sua opinião, as propostas de compensação ambiental do PL 272/2015, como a fachada verde e o telhado verde, não são garantidas e elas não garantem a qualidade ambiental. Todas as questões que são essenciais para a vida estão transferidas para a esfera da decisão privada, econômica."

UMAPAZ PROGRAMAÇÃO : 24 A 29 DE OUTUBRO


SABABV e SAJAPE - Conversa a respeito da nova lei de zoneamento

Prezados Vizinhos,

    A SABABV e a SAJAPE comparecerão ao evento no domingo 25/10 às 10hs na Praça Gastão Vidigal, no Jardim paulistano,  para entender melhor as mudanças propostas no Projeto de Lei do novo zoneamento da Cidade (PL 272/2015), subscrever abaixo-­‐assinado e defender seus bairros.

   Contaremos com explicações da arquiteta urbanista Regina Monteiro (PhD em Direito Urbanístico) sobre o impacto das alterações em ZERs ­‐ Zonas Exclusivamente Residenciais declaradas de interesse ambiental ou cultural.

   As mudanças ampliam significativamente as atividades não residenciais permitidas em vias que cruzam essas ZERs, ameaçando não apenas a qualidade de vida do morador, mas o patrimônio ambiental e cultural do paulistano.

   Essas regiões já são amplamente servidas por comércio e serviços. Atrair para elas maior atividade econômica deslocará oportunidades de empregos e desenvolvimento que faltam em regiões carentes, cujos moradores têm que cruzar a cidade para trabalhar.

   Resultados em vias hoje tranquilas de bairros exclusivamente residenciais serão:
 Instalação de hoteis, moteis, casas de culto, bares e botecos
 Instalação de restaurantes, baladas, buffets, casas de eventos e espetáculos
 Instalação de mais e novos comércios
 Maior trânsito de veículos e de consumidores, mais ruído e mais poluição
 Maior esforço de mobilidade para o trabalhador que mora em regiões carentes

   Destruição da fauna e flora da região, e descaracterização do patrimônio cultural, objetos de proteção legal.
O PL 272/2015 encontra-­‐se na Câmara Municipal e deverá começar a ser votado até o meio de novembro.

   Compareça trajando verde para mostrar apoio à causa.

   Com as doações e o empenho de alguns moradores, o movimento AME SEU BAIRRO está desenvolvendo um trabalho profissional nas frentes urbanística, política e jurídica. Propostas de mudanças serão encaminhadas aos vereadores e aos técnicos do Executivo para aprimorar o Projeto.

   O sucesso dessa iniciativa não será possível sem a mobilização do cidadão! Contamos com a sua presença!
   Esse evento será muito bom para conhecermos outros bairros que também estão sofrendo a mesma pressão imobiliária para modificar seu zoneamento!! E juntarmos nossos pleitos!!
 
   Esperamos  que não chova, porque o espaço é aberto!!

   Até lá,

   SABABV - Associação dos Amigos do Bairro Alto da Boa Vista   -  fone 5532 1367
   SAJAPE - Associação dos Moradores dos Jardins Petrópolis e dos Estados  -  fone 3854 7372

    

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Reunião da SABABV, SAJAPE e SACMA com a CET

Ata da reunião no CET, dia 14/10/2015
Presentes:
CET: Hemilton Inouye da Gerencia de Engenharia DET SO2
Luis Claudio Abromovick  do Deptº de Engª de Tráfego Sudoeste
José Luiz Zucher Zucher  - Gestor  Sudoeste 2
Lauer Frigeri- Dep de Projetos de Geometria Viária
Renia -Dep de Projetos de Geometria Viária

SABABV, SAJAPE e SACMA: Cristina Antunes , Cecília de Oliveira, Beatriz Nogueira,  Edgard Calia e José Ricardo Prieto.

Pauta:

1. Rotatória da R. Breves e o estreitamento desta rua  na confluência com a Rubens Gomes de Souza.
Ficou conversado que será feita uma obra para dificultar um pouco mais a entrada dos carros na contra mão e mudar a colocação da placa para melhorar a visualização da placa de mão única ( contra-mão) para o veículo que desce a Rua Gomes de Souza. As associações estão meio céticas de que essa será uma solução eficiente, mas vamos acompanhar.
Será feita uma adequação da rotatória da Rua Breves, no cruzamento com a rua Bernard Schlander.
Foram dadas várias sugestões para melhorar o fluxo do cruzamento da Av. Vicente Rao com a Av. Washington Luís. Foi sugerido que Ciranda envie uma proposta e também será verificado se o Sr Miraldo ( chefe dessa área) e também Sr Alexandre Benjamim (?) têm o projeto para esse cruzamento.
O Sr Reinaldo, da sub prefeitura, se ofereceu através da Cristina, para executar essa intervenção da Rua Breves.
Foi sugerido pelo Zucher, a colocação de duas lombadas no trecho da Prof. Rubens Gomes de Souza, entre Visconde de Porto Seguro e Vicente Rao, para conter a velocidade.


2. Cruzamento da R. São Sebastião com a rua Santos Dumont:
Foi apresentado pela Cristina, uma nova proposta geométrica para melhorar a segurança e a fluidez desse cruzamento. O CET se comprometeu a estudar a proposta e verificar se haverá risco para a casa que fica na esquina da Rua Job Lane com Stos Dumont, com essas mudanças.
Foi proposto pela CET um estudo da sinalização dos cruzamento da rua São Sebastião com as avenidas Vereador e Sto. Amaro e também uma proposta de lombada na Rua São Sebastião, antes da Rua Sto. Dumont, caso essa nova proposta de fluxo não seja aplicada.

3. Pendências apresentadas na ata de reunião de 2014

a) Foi feito mais uma vez, o pedido de  autorização de implantação da faixa de pedestres  e farol com botoeira  para os usuários da portaria da Chácara flora na Av. Washington Luís, 2333. (esse farol vem sendo solicitado em diversas ocasiões desde 1998, processo  nº  39.000.145-97 71. e foi negado na época, com a justificativa de baixo volume de  trafego na via.)
 b) Mini anel Sto Amaro: Foi explicado pelas associações o que significa esse anel e citado que a obra do binário não contempla esse projeto (que já existe no papel) e que melhoraria muito o trânsito, sem os carros precisarem cortar o bairro.
Foi sugerido que o projeto do anel viário  seja pedido pelo CET ao  Sr. Salvador, diretor de obras do SPO ou para o setor SP Urbanismo,  para que seja finalmente aplicado.

c) Foi mostrada na reunião a cópia do projeto Chucri Zaidan  e foi sugerida uma reunião com a presença do engenheiro Roberto Yoshida, que é o técnico do CET responsável por essa obra,  e a presença dos  moradores e comerciantes da Chácara Sto Antônio para que o projeto seja conhecido.

d) Calia pediu novamente uma melhora no cruzamento da Rua Marechal Deodoro com Rua Regina Badra.  Foi prometido um novo estudo para o local.

4. Viabilidade da implantação das rotatórias verdes no bairro onde já existem rotatórias: Hemilton sugeriu tratar esse assunto diretamente com a Rose.



quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Inscrições Abertas: Palestras "Prevenção de câncer para leigos - sintomas e sinais de alerta"

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/umapaz/noticias/?p=204714

Manifestação da Ciranda - Comunidade e Cidadania na Audiência Pública de 03/10/2015



Bom dia a todos.

Falo em nome da Ciranda, que congrega 14 associações de moradores da área da Subprefeitura de Santo Amaro, e mais duas da Sub de Pinheiros.

Depois de meses de empenho, incontáveis reuniões e debates, e várias audiências públicas, há muito pouco a acrescentar ao que já dissemos e ao que já solicitamos. Com certeza, ninguém aqui ficará plenamente satisfeito, porque em uma cosmópole é mesmo impossível agradar plenamente a gregos e troianos. 

Mas uma sociedade cosmopolita só será equilibrada se houver respeito e civilidade entre seus membros, algo que infelizmente não se produz quando  interesses particulares se sobrepõem ao bem comum.

Em uma sociedade em que prevaleça o interesse individual, ou de apenas certos setores, jamais chegaremos a um estado de justiça social e de ética.

O que nos resta neste momento é contar com o bom-senso e o sentido de justiça social de nossos legisladores, muitos dos quais, queremos crer, de fato zelam pela cidade e têm consciência da responsabilidade que o mandato lhes confere.

Não vou falar novamente em casos específicos, esse momento já passou. Todo mundo já ouviu. Todo mundo já entendeu o que se propõe para bairros como Vila Madalena, Lapa, Morumbi, Chácara Santo Antonio. Todo mundo assistiu aos argumentos de entidades, e de pessoas individualmente, pró e contra o que nos parece um plano que ainda tem muito a amadurecer. E todo mundo já entendeu o que move muitas das propostas mais incômodas. Agora, senhores vereadores, esperamos a devolutiva aos pleitos formulados. E depois de assistir a embates, nem sempre elegantes, nestas audiências, mas ainda na esperança de que esta nossa cidade não seja tratada como objeto de barganhas, quero propor algumas sugestões para a reflexão de todos nós.

Trocando em miúdos, deixo aqui um sentimento de esperança:

•    Esperança de que no substitutivo a ser elaborado pela egrégia Comissão de Política Urbana, o bem coletivo esteja sempre acima de interesses particulares;
•    que bairros consolidados não sejam abalados para atender a uns e outros na busca pela valorização de seu próprio patrimônio, em detrimento de toda a vizinhança;
•    que aqueles que não estão satisfeitos em seu bairro, pela falta de serviços ou de comércio, se mudem para os outros tantos locais em que essas atividades são permitidas, ao invés de tentar adequar o entorno às suas necessidades ou a seus desejos particulares;
•    que as pessoas que construíram seu bairro, e lá querem permanecer, não sejam expulsas de seu lugar devido a um adensamento construtivo e populacional, para, perversamente, dar espaço a novos habitantes que nem se sabe de onde virão, nem SE virão;
•    que as populações carentes sejam atendidas com programas habitacionais em seus locais de origem, onde já estabeleceram relações sociais e comunitárias; e que a lógica de uma estruturação urbana competente, com criação de empregos, infraestrutura e serviços, leve à consolidação desses centros.
•    que esta nova lei de uso e ocupação do solo olhe também para cima e para baixo, para o espaço aéreo e para o subsolo, e que reconheça o equívoco histórico que levou nossa cidade a esconder seus rios e seus córregos, e a derrubar matas plenas de fauna como se fossem entraves ao desenvolvimento.
•    que o alerta do clima, sempre ignorado, finalmente desperte nossos legisladores, para que o asfalto dê espaço a novos parques e novas praças, com mais carinho e respeito pela vegetação, que é fonte de vida, criando áreas de convivência que poderão amenizar a tensão e o estresse que marcam os paulistanos.

E para dar o exemplo, esperamos que este PL não seja discutido sem o suporte dos Planos de Mobilidade e de Habitação indispensáveis para que lei tenha consistência. E principalmente, dos Planos Regionais que tanto reclamamos, e que, segundo consta, vêm sendo desenvolvidos discretamente em gabinete, sem que o cidadão comum possa cobrar das autoridades a postura civilizadora e responsável de colocar o bem comum à frente dos cifrões que lamentavelmente têm governado esta cidade.
 
Senhores vereadores, ao final de um ano de trabalho, em que a sociedade civil tentou arduamente dar corpo ao que deveria ser um processo plenamente participativo, a mensagem da Ciranda é pela pacificação, porém com justiça e consideração por aqueles que se submetem à lei, respeitam a ordem e o bem comum, e promovem a verdadeira cidadania.

Que os anjos e os arcanjos nos socorram.

Oficina: "Conhecendo a flor do ponto de vista botânico"

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/servicos/escola_de_jardinagem/noticias/index.php?p=203681

Conselho Participativo encerra inscrições de candidatos.


Terminará neste sábado, dia 16, o prazo para as inscrições de mulheres candidatas ao Conselho Participativo Municipal. O prazo inicial, encerrado em setembro, foi prorrogado para atender à exigência de paridade na candidatura de homens e mulheres, como determina a legislação atual.

Palestra na UMA-Paz aborda questões ambientais da Lei de Zoneamento.


Representantes  da  Sajape participaram de encontro promovido pela  UMA-Paz   (Universidade Livre de Meio Ambiente e Cultura de Paz),  no Parque Ibirapuera, em que foram discutidos aspectos da Lei de Zoneamento que terão impacto sobre as condições ambientais da cidade.  Com foco em artigos específicos do PL 272, o debate versou sobre riscos e benefícios que a nova lei trará para a cidade, especialmente no que se refere aos mananciais, à implantação de equipamentos públicos em áreas verdes, e às consequências da ineficácia da fiscalização e do descompasso entre os diversos setores públicos encarregados de proteger nosso patrimônio ambiental.

CET analisa solicitações das associações.

Em reunião realizada na sede da gerência da CET de Santo Amaro, as associações Sababv e Sajape discutiram pleitos já submetidos anteriormente, mas ainda não implantados. A pauta incluiu intervenções de segurança na Rua Breves e imediações, rotatórias no Jardim dos Estados e no Alto da Boa Vista, sinalização no cruzamento das avenidas Vicente Rao e Santo Amaro, mini-anel em torno dos bairros residenciais, e intervenção no cruzamento das ruas S. Sebastião e Santos Dumont. Conduzida pelo Eng. Hemilton Inouye, gerente da área de Santo Amaro, e com a participação de técnicos das áreas de planejamento e operacional, a reunião reanimou nossa expectativa de que providências acordadas sejam de fato levadas a cabo.

Palestra: "O Jardim Sensorial e seu exuberante universo de texturas, sons, cores, sabores e aromas"


http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/servicos/escola_de_jardinagem/noticias/?p=203682

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Debate: Uso e Ocupação em áreas verdes


Para fechar o ciclo de palestras Sistema de áreas verdes: apropriação para ação, o Programa Carta da Terra em Ação traz nesta quinta feira um debate para compreendermos como a estratégia de qualificar as áreas verdes como um sistema se efetiva na nova lei de Parcelamento, uso e Ocupação do Solo .

Conhecemos durante os sete encontros do ciclo de palestras os elementos que compoe o sistema de áreas verdes e a gestão feita pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente; neste último faremos um debate sobre as propostas e encaminhamentos para a proteção e qualificação destas áreas, dialogando sobre os avanços e dificuldades no estabelecimento da lei de Zoneamento na cidade, considerando a equação de interesses e conflitos próprios ao ambiente urbano.
Para este importante debate, nossas convidadas são a diretora da divisão técnica de planejamento da SVMA, a arquiteta Hélia Pereira e a Engenheira Agrônoma da Câmara dos Vereadores, Maria Lucia Ballenzani. 

Esta mesa representa o fechamento do Ciclo, dia 8 de outubro, das 19h às 21h.
Esperamos por vocês e contamos com a colaboração na divulgação.

Serviço:
Debate Uso e Ocupação em Áreas Verdes: propostas à Lei de Zoneamento
Data: 8 de outubro, das 19h às 21h – Inscrições no local. Chegar com 15 minutos de antecedência.
Local: Umapaz – Av. Quarto Centenário, 1268 – Portão 7A do Parque Ibirapuera

Palestra: " Pragas e Doenças"

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/servicos/escola_de_jardinagem/noticias/?p=203680

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Última audiência pública da lei de zoneamento de Sto Amaro. Participe.


Prezados vizinhos,

próximo sábado teremos a nossa última chance de nos manifestarmos a respeito do zoneamento.

O nosso objetivo de participar de todas as audiências, reuniões com os profissinais 
 envolvidos  nesse processo,  e disponibilizar todas as informações técnicas aos vizinhos foi cumprida, pelo menos nessa fase.

Está na hora de vocês participarem e darem pessoalmente suas opiniões.

A prefeitura está abrindo esse espaço e só os grupos que tiverem representatividade serão ouvidos.

Participe, faça parte dessa história!

 SABABV e SAJAPE precisam de sua ajuda !
 
       

Palestra: Jardins Amigos da Fauna Silvestre

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/servicos/escola_de_jardinagem/noticias/index.php?p=203679

Programação de Outubro do Parque do Cordeiro-Martin Luther King

                                                     
Olá pessoal!!!                                                      
 

Segue a programação de Outubro do Parque do Cordeiro-Martin Luther King.
 

. TAI CHI:  Domingos   -     à partir das 09:30h

                 Segundas  -      à partir das 07:00h
 

. XIANG GONG:  Terças  - à partir das 07:30h
 

. LIAN GONG:   Quintas  -  à partir das 07:30h
 

 11/10 : Projeto  Sertão Veremos - à partir   
             das  11:00h

 17/10: Dança Circular - à partir das  08:30h

 18/10: Dança do Ventre - à partir das 11:00h

                       E tem mais:

 Quer conhecer o Cordeiro de um jeito diferente?

Agende na administração A TRILHA MONITORADA: de 5 a 20 pessoas por trilha, de segunda à sexta:

   - TRILHA: CONHECENDO O CORDEIRO

   - TRILHA: AS ABELHAS DO CORDEIRO


Quer aprender a fazer uma horta em garrafa pet ou ainda produzir brinquedos em garrafa pet ou quem sabe fazer origami?

Agende na administração: de 5 a 20 pessoas, de segunda à sexta.


Venha!

Traga a sua família e amigos!



Patrícia Niza Maximiuc

Adm. do Parque do Cordeiro-Martin Luther King

R. Breves, 968 - Chác. Monte Alegre

Tel.: 11 5524.5738