quinta-feira, 28 de maio de 2015

Ações Coletivas de Segurança podem funcionar?

Olá, todos:

Desde a criação da Sajape, há 17 anos,e da Sababv, há mais de 30 anos, já tentamos inúmeras formas de ação para enfrentar o problema de falta de segurança, com diferentes capitães, delegados e secretários.

Desde a "novidade" do Policiamento Comunitário, que seria custeado pelos moradores e que era "vendido" como grande oportunidade de coparticipação entre a sociedade e as autoridades, até a intensificação das rondas preventivas, que invariavelmente sumiam depois de algum tempo, e, mais recentemente, o "promissor" programa "Vizinhança Solidária", criado pela PM, que nunca o colocou plenamente em prática, foram frustrações sucessivas e um enorme desgaste individual e coletivo.

Infelizmente, na área de segurança pública, as autoridades não conseguem – ou não querem – colocar planos em prática. E ainda que quisessem, as rondas não podem estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Obviamente, os bandidos se valem disso.

A visita de autoridades, que já recebemos inúmeras vezes, serve apenas para tentar acalmar os ânimos, mostrar como nossos governos são "democráticos", apresentar estatísticas e criar expectativas que nunca se cumprem. Não levam a nada. Quem já frequentou as reuniões do Conseg sabe bem do que estamos falando.

Hoje temos a convicção de que somente teremos alguma melhora nessa situação com ações preventiva baseadas na comunidade, e procurando uma forma de melhor comunicação com a polícia. Exemplos existem.

Há duas semanas recebemos um grupo de moradores do Morumbi, que, cansados do descalabro no famoso "ladeirão", reuniram-se e colocaram em prática um programa desse tipo. É claro que a situação deles é muito mais grave do que a nossa, porque os traficantes dominam a população de Paraisópolis e inibem a polícia. Mas o projeto é bom, e estamos organizando grupos para adaptá-lo à nossa situação e ampliar os dois programas que já temos nos nossos bairros: o "Amigos do Quadrilátero", que divulga ocorrências para que cada morador fique a par do modus operandi dos bandidos e possa se precaver; e o "Meu vizinho está de olho", que reúne grupos de cerca de dez imóveis vizinhos, para instalar equipamentos de segurança, manter contato, alertar para situações suspeitas e apoiar em caso de ocorrências criminosas.
               
No entanto, esses programas também só farão efeito se os moradores se dispuserem a colocar em prática ações coletivas, inclusive concordando em custear câmeras, holofotes e monitoramento. E todos sabemos que muitos de nossos vizinhos são pessoas individualistas, que cobram ações dos governos e das próprias associações de moradores, mas não se mobilizam nem se dão conta de sua própria responsabilidade em relação à qualidade do bairro em que vivem.  

Mas o caminho é esse. E está sendo programada uma reunião aberta a todos os moradores, para que possamos dar andamento a um programa de segurança baseado na comunidade que envolva também as escolas, as igrejas e outras instituições que existem em nossos bairros, e que coloque em prática diversas medidas, como intervenções viárias, melhoria da iluminação pública e mudança de atitude dos próprios moradores – que, com medo, hoje se refugiam em casa, deixando livre o caminho para a ação de criminosos.

Precisamos ocupar nosso espaço nas ruas, nas praças e nos parques, precisamos povoar nossas calçadas com moradores que caminham com seus cachorros, mães que passeiam com suas crianças, idosos que gostam de tomar sol. Precisamos agir coletivamente. 

Tão logo o local da reunião esteja definido, todos os moradores serão informados. Juntos, havemos de encontrar a melhor forma de proteger nossos bairros e nossas famílias. Com essa atitude, talvez tragédias como a deste domingo não se repitam em nossos bairros.

Segurança, um problema de todos nós

O problema de segurança na cidade de São Paulo, e por consequência nos nossos bairros, é um dos mais difíceis de solucionar. A Sajape tem  tentado várias alternativas, inclusive junto ao Conseg e às polícias, mas até agora poucas iniciativas surtiram efeito.

Vários trabalhos foram desenvolvidos pelo grupo que se ocupa da área de segurança, e dois projetos centrados na prevenção vêm tendo destaque. Ambos são baseados na integração e no apoio entre os moradores, por meio do compartilhamento informações.

Amigos do Quadrilátero
Este projeto nasceu da compreensão do grupo de que devemos sempre estar atentos às formas de abordagem e às características dos criminosos.

Através de um endereço de e-mail coordenado por moradores do bairro, as informações sobre ocorrências são centralizadas, editadas de forma a garantir a privacidade do remetente e/ou vítima, e repassadas via e-mail para uma lista de moradores previamente cadastrados.

Além de centralizar as informações, o grupo divulga medidas preventivas, neutralizando o fator surpresa, e organiza os dados divulgando um relatório sintético das ocorrências. Essas informações são comunicadas às autoridades policiais da região de Santo Amaro, para subsidiar ações policiamento preventivo. E informações como placas de carros suspeitos, pontos do bairro que merecem atenção, horários críticos e alguns procedimentos preventivos também fazem parte das informações divulgadas por e-mail aos moradores cadastrados.  

Quem quiser colaborar com o “Amigos do Quadrilátero” informando uma ocorrência deve colocar o maior número de dados possível: local, hora, data etc. Esses dados são mantidos em sigilo e a participação é restrita aos moradores cadastrados no programa. 
                     

Meu vizinho está de olho
Este projeto foi inspirado num caso de sucesso de um bairro da zona oeste da Capital, e envolve grupos de moradores de cinco a quinze residências próximas, um dos quais assume o papel de coordenador.
  
Os participantes de cada grupo fornecem ao coordenador seus dados e meios de contato para que possam ser localizados em caso de necessidade, seja quando há movimentação suspeita nas imediações de seus imóveis, seja em caso de assalto ou invasão. Cada participante fica atento a essas ações, e pode ajudar seus vizinhos de várias maneiras – por exemplo, alertando para ações estranhas, relatando ocorrências ou ainda, em caso de viagem, recolhendo o jornal, acendendo e apagando luzes, e até mesmo acalmando os cachorros, que normalmente “denunciam” com latidos que os moradores estão ausentes.   

Os imóveis que fazem parte do grupo são identificados com uma placa com os dizeres “Meu vizinho está de olho”, afixada na fachada de forma facilmente visível. No caso de ocorrer alguma movimentação estranha em uma residência incluída no grupo, mesmo que o morador não esteja ausente, os demais moradores do grupo estão “autorizados” por ele a alertá-lo e/ou acionar a polícia.

Além de estimular a proximidade entre vizinhos, este projeto pretende inibir a ação de meliantes, por meio da “mensagem” exibida na placa. No entanto, para que a cobertura seja mais ampla, favorecendo todos os moradores, é preciso que sejam formados grupos em todas as 66 ruas que compõem nossos bairros.

Participe, todos têm a ganhar

Em ambos os projetos, a participação é aberta e gratuita para qualquer morador dos bairros da área da Sajape – Jardim Petrópolis, Jardim Cordeiro, Jardim Bélgica  e Jardim dos Estados. Para participantes do “Meu vizinho está de olho”, é cobrado o valor da placa, que a Sajape fornece pelo custo de fabricação.   

Quem quiser organizar um grupo para o “Meu vizinho está de olho” deve reunir ao menos cinco vizinhos e entrar em contato com nossa secretaria.
O cadastramento “Amigos do Quadrilátero” pode ser feito pelo e-mail  amigosdoquadrilatero@gmail.com    ou pelo blog Mais Ação.

Obviamente, o sucesso dos dois programas será maior com o envolvimento do maior número possível de moradores.




Reunião : Nova Lei de zoneamento - Corredores Urbanos


Parque Alto da Boa Vista

Prezados Vizinhos,

Na região das ruas Visconde de Porto Seguro, esquina com Rua Vigário João de Pontes, há três terrenos muito grandes e arborizados, que são constantemente confundidos por nossos vizinhos.
São eles: 1) Parque Alto da Boa Vista ( assinalado na foto); 2) Chácara Alfomares; e 3) Condomínio Chácara Sta Helena, que é dividido em duas áreas.
Situado na esquina das ruas Visconde de Porto Seguro e Rua Vigário João de Pontes, em frente à Escola Suíço-Brasileira, está a área do parque Alto da Boa Vista, com 31.000m2, que fica ao lado da Escola Maria Imaculada (Chapel School).

Ao lado da escola Suíço-Brasileira, ao longo da Rua Visconde de Porto Seguro, está a antiga Chácara Alfomares , onde uma incorporadora pretendeu construir um condomínio, que por várias irregularidades verificadas pelo Ministério Público foi embargado – e que, para alívio da vizinhança, continua Sub Judice.
Do outro lado da Chapel School, com entrada pela Rua Teixeira de Freitas, está o Condomínio Chácara Santa Helena, em uma gleba de 85.709 m². Esse empreendimento tem uma segunda entrada, esta pela Rua Visconde de Porto Seguro, quase no entroncamento com a Rua Nove de Julho.
Situado o parque, gostaríamos de contar um pouco de sua história, para que entendam a importância desse terreno para nossa região.

Os primeiros tempos

A ocupação de Santo Amaro ocorreu em um aldeamento indígena. No século 16,  após o início da colonização, a região foi doada como sesmaria aos mesmos jesuítas que fundaram a Vila de São Paulo. No fim do século 17, quando os jesuítas foram expulsos do Brasil, muitas terras dessa  região, inclusive a área
do Parque Alto da Boa Vista, tornaram-se terras devolutas, retornando ao governo da então província, e algumas delas,  mais tarde, à municipalidade.
Área Lavapés – assim era chamada a área do parque, que era uma espécie de divisão de caminhos. Seguindo por um lado, chegava-se à estrada da Vila de Santo Amaro; seguindo pelo outro lado, tomava-se
o caminho do litoral, no sentido de Itanhaém.


O Lavapés recebia este nome por ser o local onde os tropeiros paravam para descansar e para limpar-se antes de entrar na Vila de Santo Amaro. Ali nasce o Córrego do Lavapés, como era conhecido à época, mas hoje identificado como Córrego Poly.


E já no século 20...


No início do século 20, começaram as tentativas de "grileiros” de apossar-se dessas áreas. Os primeiros documentos datam de 1910, porém as ações estenderam-se até o início do século atual. Em consequência dessas tentativas de grilagem, houve por algum tempo uma certa confusão sobre a propriedade da área, agravada pelas sucessivas mudanças de gestores e funcionários da administração de Santo Amaro (hoje Subprefeitura de Santo Amaro): informações sobre a identidade do proprietário das áreas verdes e/ou não ocupadas na região não eram transferidas aos novos ocupantes dos cargos.


A Sababv entra em cena


Foi somente no ano 2000, após cobrar da Subprefeitura providências para a limpeza da calçada e do terreno na esquina ruas Visconde de Porto Seguro e Vigário João de Pontes, que a diretoria da Sababv descobriu que a área
era pública. Teve então início a luta pelo Parque Alto da Boa Vista.Em 2003, o parque foi oficialmente criado (decreto no Diário Oficial do Município de São Paulo), denominado Parque 450 (em alusão aos 450 anos da cidade). No entanto, entre 2003 e 2008, apesar de inúmeras solicitações da Sababv, da SAJAPE e da Ciranda junto aos diversos órgãos da prefeitura, a área continuou abandonada.


Em 2008, a empresa responsável pelo Loteamento Chácara Santa Helena estabeleceu junto à Secretaria do Verde
e do Meio Ambiente do Município e um Termo de Compensação Ambiental (TCA), instrumento necessário para a emissão de licença ambiental do empreendimento. Para a nossa região, o principal item desse TCA, seria a implantação do Parque Alto da Boa Vista.


Ainda em 2008, logo após o início das obras(cercamento e parte da calçada), os trabalhos foram paralisados por uma nova ação de solicitação de posse. A prefeitura, mais uma vez, teve que provar ser proprietária do terreno, em um processo que se arrastou de 2008 até novembro de 2012, consumindo tempo e dinheiro do Judiciário do estado e do município.


Em fins de 2012, quando a ação pela posse da área foi encerrada, liberando o terreno do parque para que a prefeitura retomasse as obras, o empreendimento responsável pela implantação do parque enfrentava uma ação por dano ambiental, movida pelo Ministério Público, ficando impedida de dar continuidade aos trabalhos. Em 2013, resolvida mais essa questão judicial, a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente foi solicitada – por autoridades do Judiciário e por advogados da prefeitura – a prontamente caracterizar a área como parque – o que poderia ser feito, por exemplo, mediante a instalação de placas e a contratação de vigilância –, de modo a evitar novos processos de grilagem. No entanto, apesar de inúmeras cobranças da Sababv, nenhuma providência nesse sentido foi tomada.


Em fevereiro de 2014, os empreendedores responsáveis pela implantação do parque, agora liberados pelo Judiciário para a retomada das obras, convidaram a Sababv e as escolas vizinhas para conhecer o projeto do parque e apresentar sugestões. Tudo sugeria que o Parque ABV finalmente sairia do papel. Alguns acertos pelo atraso da obra por ações judiciais deveriam ser feitos entre o empreendedor e a Secretaria do Verde e Meio Ambiente, mas todos acreditavam que os projetos estavam em fase final de detalhamento e que em pouco tempo teríamos o tão almejado parque.


Qual não foi a surpresa quando, em outubro de 2014, descobrimos que a parte da verba do TCA número 066/2006, do processo 20016-02.0242.140-0, que em sua origem era destinada à implantação do Parque Alto da Boa Vista, como forma de compensar a comunidade pela perda de vegetação e pelos danos à fauna em função do empreendimento, havia sido depositada pelo empreendedor no FEMA (Fundo Especial do Meio Ambiente), órgão ligado à Secretaria do Verde e Meio Ambiente, conforme publicado no Diário Oficial de São Paulo do dia 28/10/2014.

Ainda não entendemos os motivos que levaram a esse acordo, especialmente tendo em vista que a própria Secretaria do Verde e do Meio Ambiente já havia destinado recursos do mesmo FEMA para a contratação de uma equipe de manejo e de uma empresa de segurança para esse parque, até hoje virtual.


Anos de esforços e expectativas


Ao longo dos últimos dois anos e meio, fizemos pelo menos seis visitas a técnicos e secretários do Verde e Meio Ambiente, cobrando uma solução para a implantação do parque, além de dezenas de ofícios e telefonemas.


Esta semana, após mais uma tentativa de obter explicações sobre o motivo pelo qual o recurso destinado ao parque foi encaminhado para outro fim, finalmente recebemos uma boa notícia: estão em andamento providências prometidas em fins de 2014, marcando a retomada dos trabalhos. Terá início imediato a manutenção das áreas verdes e a roçagem nos locais adequados do Parque Alto da Boa Vista. E será instalado um equipamento com estrutura em vidro e metal, que será utilizado como local de trabalho para a equipe de vigilância. Aparentemente, essa construção será utilizada como piloto para outros parques.


O valor do TCA depositado no FEMA está destinado a "desapropriação de áreas e cercamento de parques", mas ainda não sabemos onde será utilizado. O projeto e a execução das obras do Parque terão que ser realizados com outras verbas da Secretaria do Verde.


Vamos cruzar os dedos...


Receba outras novidades através do blog: http://blogmaisacao.blogspot.com.br/

SABABV
telefone: 55321367
Sede: Av. Adolfo Pinheiro, 2464 – sala 33
5532-1367 / sababv@altodaboavista.org.br

sexta-feira, 22 de maio de 2015

PALESTRA: AGRONOMÊS


JAM DO CORDEIRO (Lamb's Jam)

O termo JAM, que em inglês também significa "geleia", vem das iniciais das palavras "Jazz After Midnight".

Nos anos 1950, nos EUA, depois da meia-noite, ao saírem dos seus concertos nas Big Bands, os músicos se reuniam para fazer o que eles mais gostavam: improvisar! Criando uma verdadeira "sessão geleia", surgiram assim as famosas "jam sessions".

No Parque do Cordeiro, a JAM faz uma inversão das tradicionais "jam sessions": antes dos músicos se apresentarem em sessões que acontecerão na cidade, eles têm a oportunidade de se reunir antes do pôr do sol.

Quando: no próximo domingo, 24/05, a partir das 10:00h.
Onde: Parque do Cordeiro (Rua Breves, 968)

Estão todos convidados!

Venham cantar, dançar e se divertir!






Comunicado da SAJAPE e SABABV - SEGURANÇA

Prezados vizinhos,

Infelizmente, nossa região tem sido alvo constante e crescente de ocorrências policiais. Todas as semanas recebemos e-mails de vizinhos relatando violências diversas como roubo de carro, casas, etc.

Preocupados com a situação, convidamos alguns sindicos e diretores de escolas da região para conhecerem um projeto de rede comunitária de segurança do Morumbi, implantado por um grupo de moradores e que tem apresentado bons resultados na região, apesar  de enfrentar vários obstáculos.

Nosso projeto é primeiramente ajudar a criar uma rede de comunicação entre os condomínios  e depois entre os condomínios e a polícia. Começaremos pelos condomínios e edifícios que nos procuraram,  para depois ampliarmos aos moradores das casas que quiserem aderir ao projeto.
Será um “projeto piloto”  baseado em colocação de câmaras e agilidade na comunicação. A idéia é aumentar  a sensação de vigilância em nossa região para desencorajar a ação dos bandidos.

Já temos nos bairros da SAJAPE ( Jd dos Estados e Petrópolis) o projeto “ Meu vizinho está de olho” e também “ Amigos do quadrilátero”. Detalhes desses projetos estarão em nosso blog dentro dos próximos dias.

Participe, envie suas sugestões, comentários e experiências e por favor, repasse esse e-mail aos conhecidos do bairro. Vamos aumentar essa corrente!!

Abaixo a ata da reunião do dia 5 de abril, onde foi apresentado o projeto de segurança comunitária do Morumbi.

                                                 Ata Reunião Dia 5/5/2015 -


 A reunião realizada na sede das associações SAJAPE e SABABV teve como objetivo  discutirmos soluções para melhorar a segurança em nossa região e conhecermos o trabalho de rede comunitária de segurança ( R.C.S.)que está sendo realizado no bairro do Morumbi por um grupo de moradores voluntários, dentre eles: Marcelo e sua esposa Graciela.

Eis abaixo um resumo do projeto do Morumbi:

Esse projeto piloto  envolve a região atendida pela 5ª Cia do 16º Batalhão
e conta com 110 edifícios (residências, escolas  e comércios).

O projeto piloto foi apresentado para mais de 200 pessoas entre síndicos e moradores, pela polícia e  pela Comissão Gestora, formada por moradores voluntários.

A adesão é voluntária, cabendo ao condomínio realizar os investimentos para
monitoramento e comunicação com a Base Comunitária. O projeto foi  concebido
para ser viável a todos os moradores, sem altos investimentos em equipamentos e sem valores mensais como taxas e manutenção.

A ideia consiste em uma rede entre condomínios e Polícia Militar que  utiliza
o monitoramento das vias com câmeras instaladas pelos edifícios e
comunicação  direta de porteiros com a Base Comunitária da Polícia pelo
aplicativo “Skype”.

Para participar da rede,  o condomínio deve estar previamente cadastrado  no
sistema  através do termo de adesão e preenchimento da ficha de cadastro. A portaria do condomínio deve ter acesso ao aplicativo Skype via internet de boa velocidade.

Para haver a adesão do condomínio é preciso que os porteiros participem do curso de orientação desenvolvido e aplicado pela 5a Cia. do 16º Batalhão  da Polícia Militar. Este treinamento é gratuito e mostra como utilizar o aplicativo, dando noção aos alunos para que saibam como e em que situação devem ser acionada a Rede Comunitária de Segurança.

 O acesso direto e integração entre condomínios e a Base Comunitária da Polícia Militar do Portal do Morumbi garante maior agilidade no processo  de monitoramento preventivo de delitos tanto de moradores quanto de transeuntes.

Mais do que um projeto de segurança, a RCS-PM Morumbi foca no fortalecimento das relações sociais na região, defende a valorização patrimonial obtida com a redução de ocorrências policiais e busca representatividade em diferentes órgãos da gestão pública: municipal,estadual e associações.

 Resumindo, segundo Marcelo explicou na reunião, os benefícios desse programa são:

  • A rede comunitária é voluntária e gratuita;
  • Há o monitoramento para a prevenção de delitos e consequentemente, maior proteção dos moradores e transeuntes;
  • Fortalece as relações sociais entre vizinhos;
  • Melhora a comunicação com a polícia porque há a melhor e mais rápida  identificação de quem chamou a polícia;
  • A própria polícia tem acesso em tempo real às imagens das câmaras;
  • Valorização patrimonial obtida com a redução da criminalidade;
  • Há melhor representatividade da comunidade nos contatos com a polícia e uma diminuição real de ocorrencias policiais na região do programa.

As garantias:

  • Não há identificação da chamada para preservar o funcionário dos condomínios;

 E restrições:

  • Não há ganho de dinheiro com esse projeto, ou seja, não é cobrado nenhuma taxa pelo serviço
  • Não há indicação pela R.C.S. de equipamentos ou equipes de segurança.

 Após a palestra, os participantes deram seus depoimentos sobre o  aumento da
criminalidade na região e ficou combinado que  faríamos uma lista dos condomínios e das ruas que gostariam de participar do futuro projeto de segurança.




sexta-feira, 15 de maio de 2015

Lolla está perdida!





Por favor, pessoal, Lolla é uma shih tzu que fugiu de casa ontem (14/5), nas imediações da Fonte Petrópolis. Sua família está desesperada para encontrá-la!

Quem tiver notícias, por favor entre em contato com Renata por meio dos telefones: (11) 9 8176-2911 ou (11) 9 7146-6751 ou do e-mail.

Obrigada!

  

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Oficina pública de mapeamento do Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA)


A SAJAPE esteve presente nesta importante oficina auxiliando na demarcação das áreas verdes da região da subprefeitura de Santo Amaro.
As oficinas contaram com apoio técnico das secretarias municipais de Desenvolvimento Urbano e de Coordenação das Subprefeituras, além de Organizações Não Governamentais (ONGs), como a Fundação SOS Mata Atlântica, e de empresas.
Objetivos do PMMA
O PMMA deve apontar ações prioritárias e áreas para a conservação, manejo, fiscalização e recuperação da vegetação nativa e da biodiversidade da Mata Atlântica, baseando-se no mapeamento dos remanescentes existentes no município.

O Plano também será capaz de fornecer subsídios ambientais para outros programas da capital, como, por exemplo, as políticas públicas derivadas do Plano Municipal de Saneamento Básico, do Plano de Bacia Hidrográfica, do Plano Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário e do próprio PDE.
Qual a importância do PMMA?
No Brasil existem 3.410 cidades ocupando total ou parcialmente a área da Mata Atlântica, que depois da Floresta Amazônica é o bioma mais rico em biodiversidade do planeta. Devido a sua situação atual de fragmentação e degradação, decorrente da falta de planejamento, intensidade da ocupação e uso não sustentável dos recursos naturais, é impossível visualizar sua conservação e recuperação sem a contribuição efetiva dos municípios.

O município de São Paulo está totalmente inserido onde antigamente era domínio do bioma Mata Atlântica. Hoje a cidade possui 1.502 km² e cerca de 40% deste território possui cobertura vegetal que necessita de proteção e preservação por oferecer diversos serviços ambientais, como a manutenção do ciclo hidrológico, fertilidade do solo, proteção das áreas de risco, produção e limpeza da água, manutenção da qualidade do ar, sequestro de carbono, equilíbrio climático e proteção da diversidade biológica da fauna e da flora.
Fonte: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/





Mudanças no Projeto de Lei de Zoneamento


Mudanças de última hora no Projeto de Lei de Zoneamento abrem nova possibilidade de atenuar o adensamento construtivo nas imediações de nossos bairros. Nosso empenho para evitar o impacto das Zonas Corredor continuará, agora junto aos vereadores.
Para maiores detalhes veja matéria do Estadão deste domingo clicando aqui


Parque do Cordeiro ganha playground inclusivo, do Projeto ALPAPATO – ANNA LAURA PARQUE PARA TODOS




O Projeto ANNA LAURA PARQUES PARA TODOS disponibiliza espaços estruturados que proporcionam alegria, integração, motivação para todos, uma vez que é composto por diversos recursos lúdicos que propiciam às crianças com e sem deficiência um momento de troca ao compartilharem as mesmas experiências.
Desta forma, as crianças com mobilidade reduzida e/ou alterações sensoriais e intelectuais terão a oportunidade de brincar de forma segura e ampliar experiências motoras, cognitivas e sensoriais, gerando sensações prazerosas que favorecem a melhora da autoestima, promovendo a acessibilidade social, caminho que conduz a uma sociedade sem preconceitos.
ENCONTRO FESTIVO MARCA A INAUGURAÇÃO
No dia 3 de maio, no Parque do Cordeiro - Martin Luther King, foi inaugurado mais um parque  Inclusivo Anna Laura. Foi uma linda festa com a presença dos pais de Anna Laura, Claudia e Rodolfo (Rudi) Fischer, juntamente com outros colaboradores que tornaram esse projeto possível.
Estiveram presentes também muitos convidados: o Sr. Wanderley M. do Nascimento, secretário da SVMA; o  Sr. Tuca Munhoz, secretário adjunto da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida; frequentadores do Parque e, claro, muitas crianças que se divertiram nos brinquedos.
Nossos agradecimentos a todos, e em especial à Patrícia Maximiuc, gestora do parque, e  todos os seus colaboradores.
Saiba mais sobre os Parques Inclusivos, seus objetivos e até como criar um Parque Anna Laura,   visitando o site

Comunicado SAJAPE: Abertura de ruas fechadas

É importante ressaltar que a notificação para abertura da Rua Carlo Rainaldi, encaminhada no dia 17 de abril pela Subprefeitura de Santo Amaro, ocorreu por uma determinação do Ministério Público que atinge apenas as vias públicas fechadas com base na Lei 15.002, de 22 de outubro de 2009, do então vereador Antonio Carlos Rodrigues e do Decreto 51.541, de 9 de junho de 2010 .

Embora seja uma providência muito bem-vinda, a diretoria da Sajape lamenta que tenha sido necessária a interferência do Ministério Público para que a solicitação feita reiteradamente pela associação, por mais de três anos, em nome dos moradores do Jardim Petrópolis, finalmente seja atendida.
  
A diretoria da Sajape

Convite: lançamento do Mapa da Desigualdade atualizado - 19/05

No dia 19 de maio a Rede Nossa São Paulo, em seu aniversário de oito anos de atuação, lançará a versão atualizada do Mapa da Desigualdade na cidade.

Com base em dados econômicos e sociais, o Mapa da Desigualdade apontará os melhores e piores indicadores por subprefeitura, revelando uma espécie de radiografia da qualidade de vida nas diversas regiões da cidade.

O evento será uma oportunidade para organizações da sociedade civil e cidadãos paulistanos se unirem em defesa de alguns temas importantes.

Na programação da atividade está prevista a leitura do manifesto contra a redução da maioridade penal. O texto foi elaborado por iniciativa do Grupo de Trabalho (GT) Criança e Adolescente da Rede Nossa São Paulo e já tem o apoio de dezenas de organizações da sociedade civil.

A destinação de toda a área do Parque Augusta a um espaço público municipal (sem prédios) é outro ponto que será defendido no encontro, que terá também o lançamento público da proposta de regulamentação de plebiscitos na cidade de São Paulo. A ideia é que os paulistanos possam ser consultados – por meio de plebiscito – antes da realização de obras de grande impacto no município.

Durante o evento, haverá ainda uma apresentação sobre a evolução dos indicadores da cidade nas mais diversas áreas, como educação, saúde, meio ambiente etc.

Por fim, outro destaque do encontro será o lançamento do acervo da Rede Nossa São Paulo, com exibição de vídeo e divulgação de material e plataforma digitais. O acervo, onde estarão registrados o histórico e os documentos da organização, ficarão disponíveis aos internautas para consultas e estudos. 

No evento já estão confirmados:

  • Lançamento do Mapa da Desigualdade da Desigualdade: Eduardo Suplicy, secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania.
  • Para a mesa sobre o Plebiscito Municipal: o jurista e professor Fábio Konder Comparato e a vereadora Juliana Cardoso, presidente da Frente Parlamentar de Implementação dos Mecanismos de Democracia Direta.
  • Para a mesa sobre o Parque Augusta: Célia Marcondes, da Sociedade dos Amigos, Moradores e Empreendedores do Bairro de Cerqueira Cesar.
  • Para a mesa sobre a Redução da Maioridade Penal: o coordenador do GT Criança e Adolescente da Rede Nossa São Paulo, Raniere Pontes, e o coordenador de programas do escritório do UNICEF para os estados de São Paulo, Minas Gerais e Sul do Brasil, Silvio Manoug Kaloustian.

Contamos com sua participação!

Clique aqui para fazer sua inscrição.

Serviço:

Lançamento do Mapa da Desigualdade da cidade atualizado
Data: Dia 19 de maio de 2015, terça-feira
Horário: das 9h30 às 12h30
Local: Teatro Anchieta do SESC Consolação – Rua Dr. Vila Nova, 245.

Vagas sujeitas à lotação do teatro.

Palestra Pragas e Doenças

A turma de maio está começando. Faça sua incrição aqui
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/servicos/escola_de_jardinagem/noticias/?p=194467

OFICINA COMPOSTAGEM E MINHOCÁRIO

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/servicos/escola_de_jardinagem/noticias/?p=194467

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Evento discutirá transparência no 3º aniversário da Lei de Acesso à Informação


No dia 18 de maio, às 18h30, a Rede pela Transparência e Participação Social (RETPS) promoverá a mesa “Debatendo a Lei de Acesso à Informação: usos e potencialidades no combate à corrupção”, que será realizada na sede da Apesp (Associação dos Procuradores do Estado de São Paulo).

O evento acontece para marcar os três anos da Lei de Acesso à Informação, que faz aniversário no dia 16, e irá abordar temas relacionados à transparência governamental e corrupção, explorando experiências que analisam a transparência pública no país.

Representantes de diversas organizações da sociedade civil estarão presentes. Na mesa estarão: Fábio Oliva, jornalista investigativo e conselheiro da Amarribo Brasil; Fernanda Campanucci, da Controladoria Geral do Município; Joara Marchezini, da ARTIGO 19; e Fernando Meloni, da Associação dos Especialistas em Políticas Públicas do Estado de São Paulo e Rede pela Transparência e Participação Social.

No evento também será lançado o Prêmio Cadeado de Chumbo, que “homenageará” as respostas mais inconsistentes de órgãos públicos dadas após pedidos de informação. Serão cinco categorias e o anúncio do grande “vencedor” ocorrerá no dia 28 de setembro, no Dia Internacional do Direito ao Saber.

Ciclovias em Santo Amaro



Projeto para a ciclovia na avenida Santo Amaro

As ciclovias continuam na mira dos representantes da Sajape, que cobram planejamento, qualidade das obras e participação dos moradores na discussão dos trajetos. A CET comprometeu-se a corrigir os defeitos nas pistas já executadas e buscar nova tecnologia para a pintura. O desenho cicloviário proposto para Santo Amaro está disponível em nossa sede na Av. Adolfo Pinheiro, 2464, sala 33, Santo Amaro.